Como fui de empregado a perito judicial bem-sucedido com uma simples dica

Descubra como sair do emprego tradicional e alcançar sucesso como perito judicial.

Você já pensou em deixar o emprego tradicional, com rotina engessada e salário limitado, para seguir uma carreira independente, lucrativa e com propósito? Neste artigo, vou te contar como saí de funcionário de uma empreiteira de obras públicas para me tornar um perito judicial bem-sucedido — tudo começou com uma única dica e o meu diploma na mão.

Cansado de trabalhar muito e não sair do lugar

Minha história começou como a de muita gente: acordando às 5h30 da manhã, enfrentando ônibus lotado, batendo ponto e sendo observado de perto por um chefe. Eu era engenheiro civil, trabalhava numa empreiteira em Curitiba e morava numa kitnet no centro da cidade. O salário era razoável, mas ia embora todo mês com barzinhos, festas e aquela vida de recém-formado.

Foi nessa fase que conheci a Marina, minha esposa. E a verdade é que, quando decidimos casar, eu tava no vermelho. Todo o dinheiro economizado em três anos foi embora na compra de um Escort. Até hoje ela brinca:

“Lembra da música dos Mamonas? ‘O alemão tinha dinheiro e um Escort’… só que no seu caso veio só o Escort mesmo!”

O ponto de virada: uma simples dica

Tudo começou a mudar em um dia comum de trabalho. Estava na copa da empresa, tomando café, quando um advogado da equipe comentou:

“Você já ouviu falar em assistência técnica e perícia judicial? Às vezes preciso indicar um profissional.”

Naquele momento, algo acendeu dentro de mim. Eu não fazia ideia do que era, mas aquela frase ficou ecoando na minha cabeça. No dia seguinte, fui direto à livraria da Editora Pini, no Alto da XV, e comprei dois livros sobre o tema. Anos depois, os autores desses livros — Francisco Maia Neto e Antonio Sergio Abhunaman — estavam atuando ao meu lado como assistentes técnicos. Surreal.

Primeiro trabalho como assistente técnico

Pouco tempo depois, o mesmo advogado me convidou para acompanhar uma avaliação de imóvel em Santa Felicidade. Topar foi automático. O valor era simbólico, mas aquela experiência me deu um frio na barriga e uma certeza: “Se já apareceu esse, podem vir muitos outros.”

Comecei a me preparar

Não larguei o emprego de imediato. Fui estudando tudo sobre perícia judicial, aprendendo a como agir, como me posicionar, como conquistar confiança. Aos poucos, comecei a fazer laudos, pareceres e laudos de vizinhança para construtoras.

E o marketing? Era com fax! Sim, fax marketing. À noite, quando os aparelhos estavam no modo automático, eu disparava panfletos para advogados e construtoras. E funcionava — no dia seguinte, já começavam a chegar as ligações.

A decisão mais difícil: pedir demissão

Mesmo ganhando cerca de R$ 10 mil por mês com esses trabalhos, eu ainda estava preso à ideia de segurança do emprego fixo. Mas chegou o ponto de virada: pedi demissão — uma semana antes do meu casamento.

Enquanto muita gente procura um emprego para casar com segurança, eu larguei o meu. Foi difícil, claro. Mas eu sabia que era hora de construir algo meu. No dia seguinte, acordei no mesmo horário, sem saber o que fazer. E ali começou minha liberdade.

Estratégia: começar pelo interior

Imprimi centenas de currículos, coloquei tudo no porta-malas do Escort e saí viajando pelo interior do Paraná. Comarcas menores, concorrência menor. Visitava fórum por fórum, me apresentando aos juízes.

Descobri que só entregar currículo não bastava. Abordar um juiz exige técnica, respeito e sutileza. Aprendi na marra. Depois de muitos erros e tentativas, desenvolvi um método — que ensino em um vídeo exclusivo no meu canal do youtube.

Mala direta: uma virada inteligente

Percebi que o envio físico de currículos pelos Correios funcionava melhor. Montei um banco de dados com endereços de juízes e disparei centenas por semana. As nomeações começaram a aparecer.

O currículo certo para o perito judicial

Também percebi que currículo de perito não pode ser igual ao currículo de quem busca emprego comum. Precisa ser estratégico, focado na solução do problema do juiz. Gravei um vídeo só sobre isso — vale a pena assistir no meu canal do youtube.

A primeira nomeação oficial

A primeira nomeação veio da comarca de Pinhais. Lembro do frio na barriga. E também da minha primeira gafe:

Funcionária: “O senhor vai querer fazer carga dos autos?”

Eu: “Queria só levar pra casa pra dar uma olhada…”

Ela percebeu que eu era novato e me ajudou com paciência. E foi assim que tudo começou.

Crescimento e consolidação na carreira de perito judicial

Com o tempo, fui pegando o ritmo. Entendi os prazos, os procedimentos, os métodos periciais. Fui ficando bom na escrita dos laudos e, com isso, as nomeações começaram a chegar em sequência.

Chegou um ponto em que eu já ganhava cinco vezes mais do que no antigo emprego. Trabalhando com algo meu, com liberdade, propósito e reconhecimento.

O momento em que percebi que tudo tinha dado certo

Anos depois, tomando um café em frente ao fórum, abri o app do banco no celular pra pagar um boleto e levei um susto: o saldo estava alto. “Deu certo. Isso aqui realmente deu certo.” Foi ali que caiu a ficha.

Quanto ganha um perito judicial bem-sucedido?

Hoje, só com perícias judiciais, eu faturo mais de R$ 50 mil por mês. Tenho uma secretária e cinco parceiros técnicos. São de 5 a 10 nomeações mensais, fora as assistências técnicas, que geram mais R$ 10 mil a R$ 20 mil por mês.

Conquistei um apartamento de luxo à vista, imóveis, ações, criptomoedas, viagens, bons colégios para os filhos, um bom plano de saúde. E tudo isso construído com uma carreira que começou com uma simples dica.

Você também pode transformar sua carreira com perícia judicial

Se você tem um diploma, é legalmente habilitado e tem vontade de crescer, a carreira de perito judicial pode ser seu caminho. O que tá faltando, muitas vezes, é só o primeiro passo.

Se essa história te inspirou, aproveita para explorar os conteúdos aqui do blog e do canal. Eu não vou descansar até ver você se tornar um perito de sucesso também.


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José Antonio Balzer

@perito_balzer

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